MULHER EXEMPLAR
Aos meus oito anos já comecei a trabalhar, meu primeiro trabalho foi na roça plantando milho e feijão com meus pais, não tive uma infância privilegiada para diversas brincadeiras com outras crianças e nem para estudar, tanto eu como minhas três irmãs.
Quando chegava da roça nós também éramos obrigados a fazer os serviços domésticos em casa. Ao passar do ano viemos para São Paulo com a expectativa de uma vida melhor chegou os meus 14 anos, comecei a estudar pela primeira vez fazendo supletivo, não tive novamente chance de continuar os estudo, por dificuldades econômicas.
Comecei trabalhar em uma firma onde foi registrada pela primeira vez, depois disso me casei e tive duas filhas, e hoje já são moças e tenho oportunidade de estudar e concluir o meu objetivo terminar os estudos.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
MULHER EXEMPLAR
Aos meus oito anos já comecei a trabalhar, meu primeiro trabalho foi na roça plantando milho e feijão com meus pais, não tive uma infância privilegiada para diversas brincadeiras com outras crianças e nem para estudar, tanto eu como minhas três irmãs.
Quando chegava da roça nós também éramos obrigados a fazer os serviços domésticos em casa. Ao passar do ano viemos para São Paulo com a expectativa de uma vida melhor chegou os meus 14 anos, comecei a estudar pela primeira vez fazendo supletivo, não tive novamente chance de continuar os estudo, por dificuldades econômicas.
Comecei trabalhar em uma firma onde foi registrada pela primeira vez, depois disso me casei e tive duas filhas, e hoje já são moças e tenho oportunidade de estudar e concluir o meu objetivo terminar os estudos.
Vivências
A minha vivência com o trabalho começou quando tinha sete anos de idade, minha mãe ia trabalhar e eu tinha que ficar cuidado da casa e de meus irmãos menores.
Quando ela saia para trabalhar eu ia junto para a escola, e quando chegava em casa ia lavar louça, limpar o fogão,varrer o chão e esquentar a comida para meus irmãos almoçar;e um deles ia para o prézinho e o outro ficava comigo,ou seja, eu era dona de casa e babá ao mesmo tempo por que minha mãe saia cedo e só voltava à noite.
Depois de 18 anos comecei a cuidar da minha sobrinha para minha irmã e ela me pagava uma certa quantia por mês só que eu ficava na casa do meu pai mas a esposa dele tinha ido viajar para o nordeste e eu alem de cuidar da minha sobrinha ainda tinha que limpar,cozinhar para ele por que ele trabalhava e chegava tarde do serviço ,e foi uma experiência muito boa por que sei que tenho capacidade de lutar e conquistar todos meus objetivos e coragem muitas vezes pensamos que tudo é impossível
Mas quando queremos e lutamos pelo que desejamos conquistamos.
Logo após esta situação comecei a trabalhar em uma loja de sapatos e tive várias experiências por que não sabia o que era um chanel, scarpin, mocacim, tênis adventure, pepetue e outros sapatos mais que conheci, mas por alguns motivos tive que sair da loja e enegrecei em um mercadinho onde trabalhei como empacotadora, mas fazia de tudo varria passava pano no mercado todo,abria e fechava o caixa e trabalhava aos sábados só que ele começou a me explorar e eu sai de lá, mas trouxe comigo uma grande experiência de vida.
Renata – 19 anos – Módulo 4 F H.
NASCI PARA O TRABALHO, SOU FELIZ.
Nasci em uma cidade pequena, só que eu morava na roça isso em 1968. Éramos 11 irmãos, meu pai, e minha mãe, depois da idade de 8 anos já ajudava na luta de casa secando legumes no sol para armazenar, por água e cuidar de animal.
Ate meus 18, anos eu conhecia dinheiro, mas nunca tive nem um.
Com 20, anos vim para São Paulo trabalhar de servente de pedreiro de construção civil. Ai sim ganhei meu primeiro dinheiro, fiquei muito feliz, peguei e dividi com a minha mãe e meu pai . Trabalhei em vários serviços, pintor, ajudante de marceneiro, pintura, e no posto de gasolina, foram 12, anos.
Depois colocamos nosso próprio negocio eu e meu irmão, já fez 14, anos, temos o necessário que um homem possa pedir a Deus, e sentir realizado pelo que passou e que trabalhou, OBRIGADO SÃO PAULO...
terça-feira, 28 de abril de 2009
Eu tenho 25 anos estou estudado e moro com meus pais e irmãos.
NO ANO PASSADO EU ENTREI NA Reabilitação PROFISSIONAL. Eu mesma não tinha esperança de conseguir um emprego, pois eu ainda não estava preparada. No decorrer da reabilitação eu fui aprendendo coisas novas. Até que 3 meses depois surgiu uma vaga em uma instituição e eu fui selecionada para concorrer a vaga. Eu nem acreditava até parecia um sonho mais era realidade.
Fiz a entrevista e o teste e fiquei aguardando o resultado, muito ansiosa mais confiante. Quando a moça me chamou e disse que eu passei nem acreditava meu sonho estava sendo realizador.
Já estou trabalhando a 10 meses e estou muito feliz\ com o meu primeiro emprego. Nuca desista de seus sonhos mesmo que pareça impassível realizar, pois o mesmo Deus que mudou a minha história poderá mudar a sua também.
Cleide Felisberto Severiano – modulo 4 fm
Minha Primeira Experiência de trabalho
Vim para são Paulo em 1976 logo que cheguei aqui consegui arrumar meu primeiro trabalho fui trabalhar em uma empresa que fabricava acessório para banheiro, no cargo de montagem o serviço não era muito bom, pois agente usava uma química muito forte o benzol e o poliestireno mesmo assim eu me sentia muito orgulhosa e honrada, porque aquele era meu primeiro emprego com carteira assinada e também poder conhecer outras pessoas. Trabalhava muito, mas nunca reclamei porque tinha certeza que no fim do mês seria recompensada com meu salário fiquei 4 anos nessa empresa sai e depois voltei novamente para lá e fiquei mais 3 anos tive uma experiência muito boa.
Adeni - 48 anos – modulo 4fm
CAMINHO DA VIDA
Trabalho é algo que aprendi desde de pequeno com a minha família, isso foi na zona rural, quando cheguei na cidade procurei logo aprender a profissão de pedreiro, era uma atividade primitiva, no passado esse tipo de profissional construíam casas de pedras, depois apareceram os mestres, engenheiros, arquitetos, decoradores, e patrões.
A escolha pela construção civil foi à alternativa, mas viável na época em 1982, com o passar do tempo percebi que para crescer na firma onde trabalho é necessário grau de instrução, então procurei estudar e me sinto muito bem.
Construção civil é um dos fatores que compõem a sociedade e agrega grande parte dos que vivem na periferia, e muitos são analfabetos e semi-analfabetos e isso dificulta o relacionamento com a direção da empresa, essa dificuldade se dá na maneia de falar e de tecer argumentos lógico tanto da natureza de trabalho quanto na defesa de seus direitos. A carga horaria de trabalho é de nove horas, das sete da manhã as cinco da tarde, se ocupa o dia todo não dando nenhum espaço para fazer algum tipo de curso.
A construção civil se ocupa construindo prédios residências, comerciais, palácios, casas, pontes, ect. O setor agrega um grande grupo de empresas que formam o setor como fabricas de tintas,tijolos,cerâmica,amianto,madeira,cimento,pedra,arreia ferro,fios,ect. Toda mão de obra agregada na construção civil depende de profissionais qualificados de saberes diversos e de todos os níveis como ajudantes,pedreiros,carpinteiros,pintores,eletrecistas,arquitetos,engenheiros,decoradores vendedores etc. As classes de operário mas baixo depende do conhecimento para buscar melhor classificação em sua profissão e desfrutar de melhores salários, esse é o caminho certo para melhorar nossa casa, transporte,escola para os filhos ,alimentação,literatura,lazer,saúde ect.
RAIMUNDO 47 ANOS MODULO 4 FM
Trabalhando com as oportunidades.
Sempre vivi trabalhando.
Lembro-me muito bem que aos oito anos de idade eu e meu irmão mais novo sendo responsável pela luta dos animais, e a responsabilidade de por água em casa também era nossa, e de moer o milho para o cuscuz e levar o almoço na roça, também era nossa.
Depois de tudo ia para a escola. Chegava a estudar de madrugada com os pés em uma bacia de água fria para não dormir.
E assim foi por alguns anos até que tivesse força para trabalhar na roça.
Aos 17 anos fui escolhido para tomar conta de um serviço do governo, eu era encarregado geral de mais de 100 pessoas entre homens e mulheres.
Sendo assim até o final do programa em que se encontrava.
Depois fui chamado para trabalhar de motorista de caminhão até que vim para São Paulo e aqui trabalhei em uma firma de impressão, de pintor de parede e lustrador de portas e moveis.
Passando um tempo fiquei parado e foi daí que aprendi mais uma profissão, a de pedreiro, onde ganhei algum dinheiro.
Saindo dessa profissão, tentei por um ano e meio ser dono de lanchonete, mas não foi meu forte, vendendo a lanchonete comprei um caminhão no qual trabalho até hoje.
NOME: João Iran Pinheiro de Souza – 43 anos – módulo IV FM
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