quinta-feira, 2 de abril de 2009

Os Trabalhadores De São Paulo

Hoje em dia na cidade de São Paulo, muitos de nós trabalhadores não temos licença para abrir um comércio, pois não temos condições para pagar. Os impostos e as taxas, que o governo cobra ai têm que trabalhar por conta própria e acabamos entrando no mercado de trabalho Profissional informal antigamente no ano de 1950 São Paulo não passava pela crise que passa hoje porem antigamente não exigiam estudo e conhecimento para trabalhar. Nós trabalhadores não passávamos por tantas necessidades que passamos agora, mas muita coisa mudou e uma delas foi nosso pais. No Brasil eles começaram a exportar e a importar coisas para fora, foi quando surgiu as novas leis e uma delas, foi que todos os trabalhadores tivesse conhecimento e estudo para poder trabalhar.Com essas novas leis apareceu à desigualdade social, muitas pessoas hoje em dia não têm estudo e nem condição para pagar cursos e ter um pouco de conhecimento. Muitos de nós trabalhadores, trabalhamos em casa e fazemos nosso próprio serviço para garantir a nossa sustentação e por falta dessas condições temos que trabalhar ilegalmente. Mas o nosso governo está investindo na nossa educação, pois eles querem ver muitas pessoas trabalhando com seu próprio comercio ou até mesmo trabalhando registrado e ganhando bem. Por isso e por vários motivos São Paulo está se desenvolvendo. Angélica Felix Rodrigues, 16 anos, Modulo III FC

Nós trabalhamos.

Com o intuito de ajudar meus pais, comecei a trabalhar aos treze anos de idade. Foi este, meu primeiro trabalho remunerado, em uma FLORICULTURA, onde já trabalhava meu pai e dois irmãos. O salário era razoável, mas eu nem possuía carteira de trabalho por causa da idade. Quando completei quatorze anos, pedi demissão no trabalho e voltei a estudar, pois havia concluído somente o primário. No segundo ano do fundamental, tive um problema de saúde (psicológico) e novamente abandonei os estudos. Passado um tempo, fui trabalhar em CASA de FAMÍLIA no bairro de Moema. Era um trabalho torturante, pois cozinhava, lavava, passava e ainda exercia a função de babá. O salário era razoável, mas não compensava o sacrifício. Ficava a semana toda longe da minha família, não tinha horário certo pra me alimentar, nem mesmo pra dormir, mas tinha horário para dar início ao trabalho. Mesmo exercendo todas essas funções, na carteira de trabalho o registro era COZINHEIRA e o salário inferior ao que recebia mensalmente. Após dois anos e oito meses de trabalho me demiti e fiquei um bom tempo sem trabalhar, pois devido ao desgaste físico tive vários problemas de saúde. Como eu precisava, voltei a trabalhar na casa de outra família. Como estava de casamento marcado, trabalhei com a mesma durante seis meses apenas e desde então não mais exerci atividade remunerada. Agora que voltei a estudar, devo aproveitar o máximo a oportunidade que o CIEJA tem me proporcionado, pois quando estudo, me qualifico, me preparo dia após dia para um futuro melhor, podendo trabalhar com mais dignidade e ter também um salário digno. Raquel Reimberg, 32 anos, Módulo III FC.

Nós os trabalhadores.

Quando eu tinha 15 anos comecei trabalhar em firmas como naquele tempo eram chamadas as industrias de hoje que muitas foram embora daqui da cidade de São Paulo a maioria foi para o interior, outras para paises da sua origem. Grande parte delas, foram terceirizadas, mas aquelas que eu já trabalhei ainda estão aqui na nossa região de Santo Amaro algumas como a Velarte que hoje tem muito poucos funcionários, a Plasmoteque já esta de concordadas, fora isto já trabalhei em outros lugares como manicure em salão de beleza hoje já não trabalho mais fora de casa, mas agora eu estou pretendendo fazer algo em casa porque preciso ficar com os meus filhos menores. Agora que voltei a estudar e vou ter novos, conhecimentos para voltar ao mercado de trabalho, mas em casa. Valkiria Aparecida Evangelista dos Santos, 41anos, módulo III FC.

A Evolução do Trabalho

Há muitos séculos atrás o trabalho nada mais era do que, uma troca de favores, ou seja o trabalhador saia de suas casas para trabalhar em troca de seus serviços ganhavam comida. Eles não podiam levar nada para casa, este é o famoso trabalho escravo. Nos dias de hoje ainda existe trabalho escravo “mas”, com uma diferença, o mesmo é remunerado e com alguns benefícios, como por exemplos férias, FGTS, seguro desemprego e etc. Outra diferença é que invés de trocar o trabalho por comida trocamos por dinheiro, que podemos comprar o que quiser. Nós os trabalhadores de hoje, temos o que os trabalhadores de antigamente não tinham, um grupo de pessoas que ‘Brigam com empresas. Pelos nossos serviços’, isso se chama sindicato. Muitas coisas já foram modificadas dos tempos antigos até hoje, mas muitas coisas ainda pode melhorar, tanto no salários quanto nos benefícios. Maria Célia Vidal Teixeira Nogueira, 35 anos, móduloIII FC

A Vida dos Trabalhadores

Ao cantar do galo, ou melhor, do tocar do despertador começa mais uma longa jornada na vida de alguns de nós trabalhadores. Ônibus lotados transitam parados, ao sair de casa começamos o trabalho só não somos bem remunerados. Ao chegar na empresa me vem uma encarregada, e diz: -Minha amiga outra vez atrasada! Mal ela sabe o que temos enfrentado para chegar lá e lutar pelo salário defasado, que só aumenta uma vez por ano. Entre trancos e barrancos e sonhos ultrapassados, nós trabalhadores esperamos o resultado. Que com dinheiro do salário pagaremos nossas contas e as compras do mercado, e para tomar uma cerveja só nos sobram uns trocados
Patricia Teixeira da Silva,32 anos,modulo III FC

CIDADÃO BRASILEIRO

Baixos salários, carga horária excessiva e precárias condições de trabalho, estas são algumas das reclamações que os trabalhadores tem. Porem o trabalho é extremamente necessário no mundo em que vivemos, já pensou quando você vai ao supermercado e faz uma compra. As coisas que você compra não chegaram ali por mágica; foram fabricadas, embaladas e distribuídas, tudo isso envolve vários trabalhadores. Ou seja: o trabalho movimenta o mundo. Com tudo, hoje em dia o mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, e necessário que você faça vários cursos profissionalizantes, faculdades e que você tenha experiência por isso há tantas pessoas desempregadas e passando necessidades. Acordar cedo, pegar ônibus lotado, enfrentar um transito monstruoso ou ver a cara zangada do chefe, essa é a rotina dos trabalhadores brasileiros. Mais todo este estresse compensa quando você tem o privilegio de receber seu salário no fim do mês, privilegio esse que muitos não tem. Baixos salários, carga horária excessiva e precárias condições de trabalho, estas são algumas das reclamações que os trabalhadores tem. Porem o trabalho é extremamente necessário no mundo em que vivemos, já pensou quando você vai ao supermercado e faz uma compra. As coisas que você compra não chegaram ali por mágica; foram fabricadas, embaladas e distribuídas, tudo isso envolve vários trabalhadores. Ou seja: o trabalho movimenta o mundo. Com tudo, hoje em dia o mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, e necessário que você faça vários cursos profissionalizantes, faculdades e que você tenha experiência por isso há tantas pessoas desempregadas e passando necessidades. Acordar cedo, pegar ônibus lotado, enfrentar um transito monstruoso ou ver a cara zangada do chefe, essa é a rotina dos trabalhadores brasileiros. Mais todo este estresse compensa quando você tem o privilegio de receber seu salário no fim do mês, privilegio esse que muitos não tem. Baixos salários, carga horária excessiva e precárias condições de trabalho, estas são algumas das reclamações que os trabalhadores tem. Porem o trabalho é extremamente necessário no mundo em que vivemos, já pensou quando você vai ao supermercado e faz uma compra. As coisas que você compra não chegaram ali por mágica; foram fabricadas, embaladas e distribuídas, tudo isso envolve vários trabalhadores. Ou seja: o trabalho movimenta o mundo. Com tudo, hoje em dia o mercado de trabalho esta cada vez mais competitivo, e necessário que você faça vários cursos profissionalizantes, faculdades e que você tenha experiência por isso há tantas pessoas desempregadas e passando necessidades. Acordar cedo, pegar ônibus lotado, enfrentar um transito monstruoso ou ver a cara zangada do chefe, essa é a rotina dos trabalhadores brasileiros. Mais todo este estresse compensa quando você tem o privilegio de receber seu salário no fim do mês, privilegio esse que muitos não tem. Victor da Silva Gomes 15 anos módulo III FC

Nós, os trabalhadores.

São Paulo, uma grande cidade e como todas as grandes cidades, um lugar que acolhe pessoas de todos os cantos enfim muitos trabalhadores. Não vim de fora já nasci aqui, mais também sou um trabalhador do estado de São Paulo. E é assim como muitos, meus avós saíram de Minas Gerais, para que meu avô pudesse sustentar a família, por isso que eu nasci e cresci aqui e conseqüentemente me tornei mais um trabalhador do estado de São Paulo. Aos quinze anos, já muito atrasada na escola e sem poder da continuidade aos estudos, resolvi arrumar um emprego e assim comecei a trabalhar. Assim como minha mãe e minha avó sou domésticas, de seg a sex e no sábado faço unhas em minha casa. Como pode perceber trabalho bem mais que minha mãe e avó pois os tempos mudaram, não podemos e nem queremos viver com as condições de antes por isso trabalhamos mais. E é assim vindo de outro lugar ou nascendo aqui todos temos que trabalhar para vivermos em São Paulo, enfim todos somos trabalhadores. Alessandra Esméria Arruda, 30 anos, módulo III FC