segunda-feira, 30 de março de 2009
O trabalho
Nasci em São Paulo, com 6 anos foi meu primeiro emprego, foi ajudar minha mãe, e recebia!Trabalhei até os meus 11 anos de idade, porque não agüentava peso, depois fui trabalhar com meu pai.
Trabalhando com meu pai tinha horas para entrar e para sair. Exercendo a função de marceneiro, fazendo armário, gabinete e entre outras coisas. No inicio entrava as 13h e saia as 19he ganhava R$ x por mês mas agora faço curso e trabalho das 13h ais 18h e ganho R$ x.
Meu trabalho é pesado e muito desgastante, mas eu gosto, pelo menos não fico na rua, sem ter o que fazer.
Eu vou estudar uma profissão caso eu preciso no futuro. Os meus planos é cursa torneiro mecânico não ganha muito mais, é o que eu gosto de fazer.
Breyllon Preira da Silva 15 anos
sexta-feira, 27 de março de 2009
O trabalho
Eu nasci em Minas Gerais, na cidade de Raul Soares, na qual trabalhei desde dos meus nove anos de idade com plantação de café, arroz, feijão e milho, nestes anos todos fui me desenvolvendo.
No final de ano de 1990 vim para São Paulo comecei a trabalhar trouxe meus pais e os meus irmãos eu já estava trabalhando construí dois cômodos no Capão Redondo no quintal da minha irmã depois de algum tempo comprei outro terreno no fundo do quintal do meu cunhado, no Jardim Varginha sempre trabalhando mudamos para lá daí em diante fiquei mais tranqüilo. Juntei um pouco de dinheiro eu e meu irmão, compramos um terreno no Jardim Novo Horizonte e trabalhando sempre nós construímos nossas casas ele casou primeiro e foi morar na casa debaixo depois eu me casei e fui morar na parte de cima agora eu estou trabalhando para o meu sustento e dos meus filhos e da minha companheira, estamos a oito anos juntos e felizes...
RAMIRO FERNANDES COELHO, 36 anos, módulo III FA
CALASANS eu não quero saber se Gambá usa perfume
Trabalho e Suas Vantagens
Meu nome é Nilva nasci numa fazenda de uma pequena cidade do interior da Bahia, comecei trabalhar muito cedo aos meus nove anos de idade na agricultura e pecuária, com os meus pais Delfim e Idaildes. Aos meus dezesseis anos de idade vim para São Paulo, comecei trabalhar em casa de família algumas coisas foram muito boas, mas a rotina de trabalho eram muito puxada.
Depois me casei e tive dois filhos, um deles é uma criança com atraso metabólico tive que parar de trabalhar, isso foi muito ruim por que sinto muita falta do trabalho, pois sinto mais feliz quando estou trabalhando, é muito bom você pagar suas próprias contas.
Apesar de que o meu marido que é maravilhoso e sempre soube ser muito bom e fazer qualquer coisa para me fazer feliz, mesmo assim sinto falta da rotina, do diálogo com as outras pessoas e principalmente do ambiente de trabalho. Então resolvi fazer trabalho voluntário toda sexta feira depois da escola vou para este trabalho, isto me deixa muito realizada por quer o importante nem sempre e o salário mais a realização de ser útil.
Nilva Andrade Bonfim, 38 anos, Módulo III B.
O Trabalho
Meu nome é Maria nasci em Pernambuco, com seis meses de idade vim para o interior de São Paulo, minha família veio para trabalhar na agricultura. Quando completei mais ou menos sete anos que eu já conseguia ajudar o meu pai na lavoura, iniciei a minha jornada de trabalho. Ficamos ate os meus 16 anos depois fomos para a cidade de Campinas trabalhar na fábrica de doces, a Campineira.
Passaram-se quatro anos me caseie me mudei para São Paulo capital trabalhei na fábrica Domínio de café solúvel, trabalhei quatro anos e tive a minha primeira filha, parei de trabalhar para cuidar dela, quando ela estava com dois anos passei a trabalhar em minha própria casa com costura, tive a segunda filha continue com as costuras hoje não trabalho mais.
Concluindo, já ajudei o meu esposo a se estabelecer, temos uma vida estável hoje só cuido do meu lindo neto que é tudo de bom na minha vida ele se chama se Arthur e aqui termino a minha história.
Maria Aparecida Feliciano Pereira, 48 anos, Módulo III B
quinta-feira, 26 de março de 2009
Minha Vida e o Trabalho
Eu nasci no interior de Minas Gerais e lá as crianças começam a trabalhar muito cedo, eu mais ou menos com oito a nove anos de idade eu já cuidava da casa ajudando a minha mãe, o meu pai que era comerciante eu o ajudava também nas vendas aos domingos. Em frente da minha casa tinha jogos de futebol e lá ia eu fazer salgados para vender eram pasteis, bolinhos de chuvas, pão com carne e outros. Muitas pessoas assistiam aos jogos, isso durou muito tempo até meus vinte anos.
Logo depois vim para São Paulo para trabalhar, minha cunhada arranjou um emprego com uma francesa e eu comecei a trabalhar durante os finais de semanas fazia cursos de cabeleireiros, mas um dos melhores momentos da minha vida aconteceu, foi exatamente na escola de cabeleireiros que conheci o homem que futuramente seria meu marido. Depois que nos casamos, ele não me deixou mais trabalhar, mais a vida continuou muito bem, porque Deus é comigo...Tenho muito mais para contar sobre os trabalhos que já realizei, numa próxima oportunidade continuo contado...
Maria Aparecida Carvalho dos Santos, 45 anos, Módulo III D.
O meu trabalho
O meu trabalho no super mercado no começo era muito bom depois começou a ficar um tanto pesado, porque eu já estava trabalhando por três fazendo o meu serviço e dos meus dois companheiros.
Quando eu entrei lá era para trabalhar empacotando, no meio tempo eu já fazia isso e muito mais. Eu tinha que empacotar, trocar dinheiro, colocar as mercadorias devolvidas nas prateleiras, cada um nos seus devidos lugares, isso também incluía fazer pesquisa em outros mercados.
No começo era muito bom mais depois ficou muito cansativo. Quando eu falava com a gerente que era muita coisa ela falava que eu era a única esperta do grupo.
Apesar de tudo, continuei, num domingo, eu levantei cedo como de costume e fui para o trabalho. Ao empacotar as mercadorias, empacotei os produtos de uma freguesa que estava de mau humor, ela não gostou porque eu tinha colocado um produto em uma sacola pequena, sendo que o produto era de porte pequeno cabia na sacola pequena. Ela queria uma sacola maior, ai a coisa ficou feia. A cliente me xingou e me disse muita coisa feia, pra situação não ficar pior eu sai de perto dela. Depois eu fui para minha casa, pensei em tudo que tinha acontecido e resolvi pedir as contas.
Finalizando, lá eu tinha feito muitos amigos e eles não queriam que eu saísse de lá porem não deu para continuar. Deixar o emprego foi a melhor opção naquele momento. Atualmente, estou desempregada por pouco tempo.
Professor Calasans, espero que goste da minha redação e todos que a lerem.
E ai vai um bom dia!
Maria de Jesus Sena Evangelista, 50 anos, Módulo III D
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